A psicanálise pode ser um espaço para elaborar angústias relacionadas à identidade, pertencimento, autoestima e aos atravessamentos que marcam sua história, respeitando seu tempo e sua singularidade.
Psicóloga | CRP 04/61750
Conviver constantemente com sentimentos de não pertencimento, repetições difíceis de entender, conflitos nas relações ou um cansaço diante das expectativas externas é emocionalmente desgastante.
Em alguns espaços, relações ou grupos, você sente que precisa diminuir partes de si, mudar sua forma de falar, agir ou existir para conseguir pertencer.
Mesmo se esforçando, o sentimento de não ser bom o suficiente continua aparecendo, afetando sua autoestima, suas relações e a forma como você se posiciona no mundo.
As cobranças externas, familiares, sociais ou profissionais acabam ocupando tanto espaço que fica difícil reconhecer o que faz sentido para você.
Vivências marcadas por rejeição, racismo, silenciamento ou deslocamento social podem produzir sofrimento psíquico profundo quando precisam ser enfrentadas sozinhas.
A terapia é um espaço de escuta onde você pode dizer, no seu tempo, o que nem sempre
encontra lugar em outros espaços.
O trabalho parte da escuta do que cada pessoa traz, sem protocolos ou caminhos pré-definidos. Cada história é única e o processo se constrói a partir dela.
As primeiras sessões funcionam como um espaço inicial de escuta e construção do processo terapêutico, permitindo compreender as questões que atravessam sua experiência e sua forma de sofrer.
O atendimento não segue protocolos prontos ou direcionamentos padronizados. Cada sessão se constrói a partir daquilo que surge pela fala e pela história de cada pessoa.
Ao longo do acompanhamento, o trabalho busca possibilitar maior elaboração dos conflitos, repetições e angústias, respeitando o tempo e a singularidade do processo de cada sujeito.
Essa é uma pergunta importante.
A análise pode fazer sentido quando há algo que insiste, que retorna, que causa incômodo ou inquietação. Mas, mais do que isso, ela se sustenta no desejo de falar e de se escutar.
Os primeiros encontros são também um tempo de experimentar se esse espaço faz sentido para você.
Olá, que bom te ver aqui. Sou psicóloga clínica, e meu trabalho se orienta pela psicanálise de orientação lacaniana. Sustento uma escuta comprometida com a singularidade de cada sujeito, considerando que o sofrimento psíquico também pode ser atravessado pelas experiências sociais, raciais e pelos laços construídos ao longo da vida.
CRP 04/61750
FAQ
Não há um tempo pré-definido. Cada processo é singular.
Geralmente semanais, podendo ser ajustadas conforme o processo.
Não. A fala pode começar de onde for possível.
O trabalho não se baseia em conselhos, mas em escuta e elaboração.
Sim, o atendimento online mantém a qualidade da escuta clínica.